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No NOW, Rita Matias confirmou negociações com o PSD para viabilizar a reforma laboral. Em resposta, Joana Mortágua acusou o Chega de incoerência
O debate político no 'Provas Dadas' desta quinta-feira subiu de tom com a discussão do pacote laboral na Assembleia da República e as acusações do Ministério Público ao grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano.
No NOW, a deputada do Chega Rita Matias confirmou negociações com o PSD para viabilizar a reforma laboral, exigindo a reposição de dias de férias e o fim de subvenções vitalícias. Em resposta, Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda, acusou o Chega de incoerência e de manter medidas como o banco de horas individual, que prejudicam os trabalhadores.
O outro ponto de alta tensão foi a acusação de terrorismo a nove membros do Movimento Armilar Lusitano. Mortágua alertou para a ameaça do terrorismo de extrema-direita, sugerindo uma "afinidade ideológica" com o Chega. Rita Matias negou veementemente qualquer ligação, condenando as ações do grupo.
Já a comentadora Aline Gallasch-Hall de Beuvink apelou à prudência na análise da investigação do Ministério Público, para evitar influenciar a opinião pública.

