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«Hoje em dia só um louco é que aceita entrar no Governo»: Pedro Santana Lopes

| 24 de Agosto de 2026 às 23:10
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Sobre o envolvimento da Secretária de Estado da Administração Local num caso de subsídios atribuídos no passado, considerou tratar-se de "uma não notícia", defendendo que não deve haver culpabilização se a responsabilidade não foi da própria.

No seu espaço de análise política no NOW, Pedro Santana Lopes abordou, esta sgeunda-feira, o debate em torno do relatório sobre a Segurança Social, criticando o clima político atual e afirmando que «as conversas em Portugal estão todas estragadas».

O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz rejeitou a ideia de que o Governo pretenda privatizar o sistema público de pensões e sublinhou que a sustentabilidade depende do crescimento económico, vincando que "enquanto a economia não crescer acima de três por cento, não há dinheiro para tudo".

Sobre o envolvimento da Secretária de Estado da Administração Local num caso de subsídios atribuídos no passado, considerou tratar-se de "uma não notícia", defendendo que não deve haver culpabilização se a responsabilidade não foi da própria.

Quanto à situação do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e às polémicas sobre o uso de viaturas apreendidas e declarações de bens, Pedro Santana Lopes sustentou que a pressão sobre o governante "é um problema manifesto" e considerou o escrutínio atual asfixiante, comentando que "hoje em dia só um louco é que aceita entrar no governo".